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terça-feira, 1 de maio de 2012

Chrono Trigger



“Em um passado há muito esquecido, Lavos veio a Terra. Faminto, trouxe a destruição global separando os continentes, absorveu toda a vida, e depois de saciar sua fome pelo caos, descansou, enterrando-se no mais profundo dos abismos. Agora, Lavos está acordando de seu sono milenar, fortalecendo-se, alimentando-se das profundezas da Terra. Em um futuro próximo, ele sairá dos subterrâneos, e a vida no planeta desaparecerá novamente. Alguém conheceu esse futuro, e conheceu também o passado, e só esse alguém poderá reescrever o trágico final da história da humanidade”


O ano era o de 1995. Era lançado no Japão um console de role-playing game, pelas mãos da Squaresoft, o fruto de um ambicioso projeto que já se estendia por mais de três anos, um grandioso game em um cartucho de tamanho absurdo de 32MB (absurdo para a época), que prometia ser o maior dos RPG’s já lançados até então, e que é considerado até hoje e por muitos, a obra máxima da softhouse.


Sucesso absoluto, o game lançado para o Super Nintendo, ou Super Famicom no Japão, se tornou rapidamente um dos games de maior vendagem da história da produtora. Aclamado pela crítica da época, atingiu um status inimaginado até antes de seu lançamento. Tornava-se um clássico, uma verdadeira obra prima dentre os de sua categoria.


Tornou-se o marco de toda uma geração que, graças a ele, passou a procurar por RPG’s de qualidade, mostrou novos caminhos a um gênero que ainda estava sendo descoberto no ocidente onde, até então, poucos RPG’s eram lançados e atingiam sucesso por essas bandas, ajudou e muito na popularização do gênero.


O sucesso de Chrono Trigger durou tanto tempo que anos depois, fora lançado e com grande sucesso, uma versão do game para PSone.


A verdade é que os motivos para isso não eram poucos, a começar pela incrível história criada para o game. Baseada em viagens no tempo, o roteiro pode ser considerado como um dos mais completos e profundos já feitos, com uma dose certa de drama, comédia e ficção. A história pode ser resumida da seguinte forma: “Frente aos olhos incrédulos de Crono e Lucca, um inesperado portal dimensional causa o desaparecimento de uma misteriosa garota durante uma mal-sucedida experiência de teletransporte. Crono decide tomar o mesmo caminho, a fim de localizar e salvar a garota, sendo seguido por Lucca. Logo percebem que o mundo na qual eles agora estão ainda é o mesmo, mas diferente. Não se tratava apenas de um portal dimensional, mas de um portal temporal: eles estão no passado! Assim tem início a maior das aventuras da vida de Crono, onde suas viagens através das eras lhe mostrarão um desesperador futuro de destruição, mas que pode, junto de seus novos amigos, terem sua história reescrita, para o bem da humanidade”. Não é exagero dizer que um livro de literatura/ficção contando a história de Chrono Trigger seria um grande Best Seller!


Trata-se de uma história maleável, que pode ter até 13 desfechos diferentes, de acordo com suas opções durante o jogo, e isso garante uma vida útil inigualável ao game, pois se pode terminá-lo e recomeçar um novo jogo sem perda de itens e experiência, em busca de outros finais. Um fator extremamente interessante do game é que muitos de seus atos no passado causam transformações no futuro, como por exemplo, se o jogador optar por não pegar um item em um baú no passado, poderá pegar o mesmo item no futuro só que muito mais poderoso. Todos os personagens do game são extraordinariamente cativantes, possuem personalidade, com papéis de suma importância no desenrolar dos acontecimentos vindouros da aventura, inclusive, interferindo-nos diversos finais. Não é sempre que outro personagem, senão o principal é escolhido como o preferido no game, mas aqui, qualquer um deles pode receber esse título.


Detalhados ao extremo, vivos e coloridos, explorando até então, o máximo da capacidade do console. Estas regras se aplicam a todos os ambientes do game, desde florestas e calabouços, às animações dos personagens e inimigos. O cuidado com os mínimos detalhes pode ser percebido em qualquer localidade nas sombras em movimento, nos efeitos de luz e transparência, no genial design dos castelos, cidades, personagens e monstros, que por sinal, possuem uma quantidade enorme de sprites de animação. Na versão para PSO, foram adicionados lindos vídeos em anime feitos pelos estúdios de Akira Toryama, que foram distribuídos pelo game desde sua abertura até seu final de modo a realçar as mais importantes passagens do game.


Isto deu ao jogo um charme todo especial, e como seus gráficos eram bons até mesmo para o padrão PS1, as animações o deixaram atualizado para aquela nova geração de consoles, onde o game cativou uma nova geração de fãs que se tornaram sedentos por uma continuação 3D do game, como aconteceu com Final Fantasy VII.


A equipe de desenvolvimento de Chrono Trigger foi liderada por três designers que Square apelidou de "Dream Team", composto por Hironobu Sakaguchi, criador da série Final Fantasy; Horii Yuji e Akira Toriyama (responsável pelo design de personagens da série de games e animes Dragon Quest e criador do universo de Dragon Ball), dois designers freelancers conhecidos por seu trabalho em séries Enix, Dragon Quest; Nobuo Uematsu, compositor para a série Final Fantasy, e Kazuhiko Aoki, que produziu o jogo. Masato Kato escreveu a maior parte da trama, enquanto compositor Yasunori Mitsuda marcou a maior parte do jogo antes de cair doente e adiando restantes faixas de Nobuo Uematsu.


A trilha sonora desse game ainda pode ser encontrada, com alguma dificuldade, à venda no Japão ou em importadoras especializadas. Trata-se de um CD “triplo”, que contém todas as maravilhosas melodias presentes no game.


Sabe-se que é costumeira a venda de CD’s contendo as trilhas musicais dos games mais populares no oriente, mas tamanho foi à quantidade de melodias compostas para Chrono Trigger que pela primeira vez era lançado um CD triplo, tratamento diferenciado que nenhum outro game até então havia recebido e que continua raro até hoje. Melodias dignas de prêmios, que agiam aliadas a efeitos sonoros limpos e de altíssima qualidade, conjunto este responsável pela tamanha imersão que o game causa em quem o joga, um trabalho de perfeição quase inatingível.


O sistema de batalhas foi, talvez, o mais inovador e bem sucedido da história dos games. A princípio, via-se o de sempre: batalhas baseadas em turnos, mas bastavam algumas horas de jogo para que se pudesse perceber a maestria com que o mesmo foi elaborado. A possibilidade de ataques combinados entre os personagens com diferentes efeitos abria um leque imenso de estratégias a serem utilizadas contra os inimigos, que não eram vencidos apenas devido ao alto ou baixo nível dos personagens. Era necessário conhecê-los, saber seus ataques e como anulá-los, conhecer suas fraquezas e explorá-las. As batalhas aconteciam sem nenhuma mudança de local ou de plano, e nem era preciso mudá-las, uma vez que os gráficos do game eram perfeitos para a ambientação das mesmas.


Os monstros eram visíveis no mapa, e podia-se desviar deles de modo a não entrar em batalhas desnecessárias, diferentemente dos RPG’s clássicos da época, que seguiam a regra de “batalhas aleatórias a todo o momento” que vinham sem aviso prévio, e muitas vezes mais irritavam do que divertiam. A combinação deste fator somado ao inovador sistema de batalha criava uma atmosfera onde era extremamente divertido e desafiador entrar em batalhas e testar suas técnicas e ataques combinados nos variados inimigos do game.


Um mapa enorme, cheio de localidades distintas e extremamente originais. Na verdade, dizer que as localidades são originais é pouco para Chrono Trigger: elas foram cuidadosamente elaboradas e desenhadas para retratar com perfeição as diversas passagens temporais que o game possui. É possível visitar a mesma localidade em um tempo passado ou futuro, e ver as mudanças ambientais que elas sofrem, e isso torna o mapa completo do game extremamente grande! Era algo parecido com o que já se havia visto em The Legend of Zelda: a Link to the Past, lançado bastante tempo antes, e que serviu de idéia base para a elaboração das viagens temporais, que são o elemento chave de Chrono Trigger.


A arquitetura dos castelos, calabouços, florestas e afins foram feitos também com o intuito de o jogador manter um bom nível de interação com os mesmos, de modo a resolver quebra-cabeças e desafios que tornavam a aventura muito mais atraente, e fugiam um pouco do padrão “apenas lute e assista a história” que muitos RPG’s da época adotavam, mas que definitivamente não agradava a todos.


Sim, sem dúvida, Crono Trigger é um game que atingiu a perfeição em todos os sentidos. Seu sucessor Chrono Cross, que é um excelente game de qualidade ímpar, desenvolvido também pela Square, não obteve nem a décima parte do sucesso atribuído ao primeiro, e não poderia ser diferente, pois o talento da equipe original de produção, seus designers, seus compositores, completaram-se de uma maneira única, que jamais poderia ser superada.


Pode-se dizer que este foi um marco na história dos rpg’s, uma verdadeira evolução no gênero. Um local maravilhoso, criado para divertir, entreter e emocionar jogadores de todo o mundo, um dos melhores games da história!


Personagens:


Crono (クロノ Kurono) é o protagonista do jogo. Mora com sua mãe em Truce, um vilarejo governado pelo reino de Guardia, em 1000 A.D. O encontro acidental que tem com Marle inicia sua aventura para salvar o mundo. Em 12.000 B.C., quando o grupo confronta-se com Lavos em um palácio subterrâneo do reino de Zeal, Crono sacrifica-se para salvar seus amigos. Mais tarde, o grupo pode revivê-lo. Suas falas nunca são exibidas, apenas sugeridas através de gestos e reações do personagem. Crono utiliza uma katana como arma, e após adquirir habilidade mágica, suas técnicas tornam-se orientadas ao uso de raios eléctricos. Seu nome pode querer significar "Chrono", com o "h" faltando devido à restrição de no máximo 5 letras para os nomes dos personagens.


Lucca (ルッカ Rukka) é uma genial inventora, habitante de Truce em 1000 A.D. e amiga de Crono. Valendo-se de sua inteligência e criatividade, e com o auxílio de seu pai, Lucca inventou um teletransportador de curto alcance. Ela culpa-se pelo acidente que paralisou sua mãe em 990 A.D., evento que a motivou a estudar o campo das ciências. Mais tarde ela tem a oportunidade de revisitar o incidente e mudar os acontecimentos. Em uma feira milenar no reino, seu teletransportador aparentemente falha e envia Marle de volta no tempo, fazendo com que Crono e Lucca partam em sua busca. Lucca combate com uma pistola e um martelo e, quando aprende a usar magias, se vale de técnicas baseadas em fogo.


Marle (マール Māru) é a princesa rebelde de Guardia. Seu nome verdadeiro é Nadia (Marudia na versão japonesa), e ela vive em pé-de-guerra com seu pai, o rei, no ano de 1000 A.D. Entediada da vida no castelo, ela foge para uma feira comemorativa em Truce. Lá, encontra Crono e experimenta o teletransportador de Lucca, que a envia ao ano de 600 A.D., onde ela é confundida com a desaparecida Rainha Leene (sua ancestral). Isso faz com que a busca pela verdadeira rainha termine, criando um paradoxo que destrói a existência de Marle até que Crono e Lucca revertam-no, ao encontrar e salvar a verdadeira rainha. Ela usa uma besta como arma, e após adquirir habilidades mágicas, aprende a utilizar técnicas de gelo e de cura.


Frog (カエル Kaeru) é reino de Guardia em 600 A.D., cujo verdadeiro nome é Glenn. Ele era escudeiro de Cyrus, um "Cavaleiro da Tavola Quadrada" ("Cavaleiro de Guardia" na versão DS). Glenn testemunhou o assassinato de Cyrus por Magus e foi transformado em um sapo antropomórfico. Frog dedica sua vida a proteger a rainha Leene e deseja vingar Cyrus, matando Magus. Ele é o verdadeiro portador da Masamune, uma antiga e lendária espada, maior fraqueza de Magus. Frog pode posteriormente dar descanso ao fantasma de Cyrus, e tem a oportunidade tanto de vencer Magus quanto de se aliar a ele. Se Frog combate e vence Magus, ele se tornará humano novamente ao fim do jogo. Frog usa uma espada larga e pode aprender a usar magias de água.


Robo (ロボ Robo) é um robô criado para auxiliar humanos em Proto Dome. Ele é encontrado desativado e danificado, e é consertado por Lucca. Após reativação, une-se à equipe. Seu nome real é Prometheus. Ele usa seu braço robótico como arma e não utiliza magia (embora seja equipada com armas laser, cujo dano é similar ao de magias do tipo “sombra”). O alter-ego de Robo, Prometeu, é uma referência ao deus grego que foi punido por Zeus por dar o fogo ao homem. Em uma aventura opcional, Robo é punido por sua criadora, Mother Brain, por ter simpatia pelos humanos. Ele descobre então que, na verdade, foi criado para ajudar a destruí-los, mas renega sua função original e destrói seus criadores. Em Chrono Cross, Robo aparece como o "Circuito Prometheus" pertencente ao computador FATE, mas é destruído por ele, por não desempenhar funções contra os humanos.


Ayla (エイラ Eira) é a chefe da tribo Ioka em 65.000.000 B.C. Seu povo está em guerra constante com uma raça evoluída e inteligente de répteis antropomórficos da era pré-histórica. Depois que Lavos atinge o planeta, a poeira do choque lançada na atmosfera bloqueia o sol, o que causa o surgimento de uma era glacial e a extinção dos Reptites. Após o ocorrido, passa a acompanhar o grupo de Crono. Ayla não pode usar magias porque nasceu antes do surgimento do reino de Zeal. Ao invés disso, ela utiliza seus punhos como armas e se vale de habilidades físicas como técnicas. O nome "Ayla" pode ser uma referência à série Earth's Children de Jean Auel, cuja protagonista também é uma garota alta, loira e de olhos azul chamada Ayla.


Magus (魔王 Maō) é o líder dos Mystics em 600 A.D. Antagonista da equipe por uma grande parte do jogo, Magus mais tarde se revela como a versão adulta de Janus, o jovem príncipe de Zeal de 12.000 B.C. Após um encontro com Lavos quando criança, ele é enviado através de um portal para 600 A.D., onde é adotado pelos Mystics e se torna seu líder. Após a destruição de Zeal, o jogador pode escolher entre matar Magus ou poupá-lo, deixando que o mesmo se junte ao grupo. No lançamento para DS do jogo, uma versão de Magus é encontrada, dizendo que o grupo pode ou não ser da mesma dimensão que ele. Ele encontra Schala em Time's Eclipse, fundida com Lavos e formando a criatura Time Devourer. Ele não consegue salvá-la e é enviado para longe por ela, descartando suas memórias em um ato de desespero. Mesmo sem suas memórias, ele sente que deve se lembrar do que gostaria de encontrar.
Magus luta usando uma foice, assim como uma combinação de todos os tipos de magia. Ao contrário dos outros personagens, ele não aprende técnicas em conjunto com outros e precisa de amuletos para isso.


Schala (サラ Sara) é a princesa do Reino de Zeal, no ano de 12.000 B.C., filha da Rainha Zeal e irmã de Janus. Tem uma índole muito humilde e generosa e é uma das poucas que não discrimina os habitantes de Algetty por sua incapacidade de manipular magias.Num incidente envolvendo Lavos, para salvar os heróis do jogo, ela desaparece sem deixar vestígios. No jogo Chrono Cross, o destino de Schala é revelado. Ela foi enviada à "escuridão além do tempo, onde nesse jogo se funde a Lavos. A fusão gera uma nova forma de vida chamada Time Devourer, a qual tem como objetivo devorar todo o espaço e tempo.
Antes que sua mente seja totalmente corrompida por Lavos, Schala ouve os prantos de Serge, uma criança prestes a morrer. Comovida, ela salva Serge e ainda cria uma clone de si mesma, que envia de volta à Terra. Sua esperança é a de que Serge e sua clone, posteriormente chamada Kid, ajudem a libertá-la de sua fusão com Lavos.


Os Gurus: Melchior da Vida, Gaspar do Tempo e Belthasar da Razão,  são três figuras de status que viviam originalmente no Reino de Zeal em 12000 B.C. Na tradução para o inglês, os três gurus receberam os nomes dos Três Reis Magos, mas na versão original, em japonês, Belthasar é chamado de Gasch (ガッシュ, Gasshu), Gaspar de Hash (ハッシュ, Hasshu) e Melchior de Bosch (ボッシュ, Bosshu).

   Melchior



Eles são sábios e conselheiros de Zeal e estavam entre os poucos que não discriminavam os habitantes de Algetty, que não possuíam o dom da magia. Quando a Rainha Zeal se tornou seduzida pela energia de Lavos, os Gurus tentaram impedi-la, o que levou Lavos a enviar cada um deles para uma era diferente no futuro: Melchior para 1000 A.D., Belthasar para 2300 A.D., e Gaspar para o End of Time.
Os anos dourados de Zeal chegam ao fim quando a Rainha Zeal busca dominar uma fonte poderosa e aparentemente eterna de energia que emana do fundo do oceano. Essa energia vem nada menos que do parasita alienígena Lavos, que caiu no planeta em 65.000.000 B.C e vem ficando cada vez mais forte. Sob a influência de Lavos, a rainha começa a ficar cruel e ambiciosa; obcecada com a construção de um palácio perto dessa fonte de energia, e manipulando-a, via Mammon Machine. Os gurus temem que a Mammon Machine faça Lavos despertar, e tentam fazer a rainha desistir de seus planos.
Como previsto, a Mammon Machine acaba por despertar Lavos, que destrói Crono e o reino mágico de Zeal e bane os três gurus, Janus e Schala para épocas diferentes. Nesse ponto, fica evidente que a Rainha Zeal considerava os três gurus (e também os filhos dela) um entrave a seu poder, e o banimento deles para diferentes eras foi uma forma de silenciá-los.


Lavos (ラヴォス Ravosu) é um parasita alienígena que caiu do espaço no ano 65.000.000 B.C. Seu impacto sobre o planeta resultou numa era glacial e resultará no acontecimento do apocalipse.
Lavos influenciou diretamente toda a tecnologia e forma de vida no planeta, evoluindo todas as formas de vida do planeta, para cultivá-las depois, e fazê-lo assim mais forte. Não se sabe muito sobre a origem de Lavos. Depois de colidir com o planeta, ele fica sob o subsolo do mesmo, ganhando forças em milhões de anos devorando o planeta. O nome Lavos foi criado por Ayla, que ao ver Lavos entrando na atmosfera, pegando fogo, o chamou de "Grande Fogo" ("La" significa fogo e "vos" significa grande).
Pelos anos 12.000 B.C., o Reino de Zeal começa a tornar-se poderoso utilizando a energia de Lavos com uma máquina conhecida como Mammon Machine. O poder de Lavos é utilizado para tornar a rainha mais poderosa e manter tal reino flutuando. A Rainha Zeal começa a se tornar muito ambiciosa com o poder de Lavos, e ordena a construção de uma espécie de usina de energia no fundo do oceano, para se captar melhor o poder de Lavos. Isso deixa aparentemente Lavos nervoso, e ele emerge do fundo da terra e ataca a superfície, voltando a imergir para o fundo do planeta logo em seguida.
Em 1.999 A.D., no "Dia de Lavos", ele emerge novamente e faz ocorrer uma chuva de fogo em todo o mundo, e sobe ao alto da montanha Death Peak, gerando descendentes que colonizarão outros planetas. No ano 2.300 A.D., os poucos humanos sobreviventes vivem em ruínas, sobre o solo queimado.
Depois que a turma de aventureiros descobre a viagem no tempo e o destino da humanidade, começa a viajar pelas eras a fim de destruir Lavos e criar um novo futuro.
Uma vez Lavos destruído, o jogo acaba, e um dos múltiplos finais do jogo é mostrado, que depende do que foi feito pelo jogador no jogo.


Zeal (ジール Jīru) é uma rainha sedenta por poder de 12000 B.C. que tentou controlar Lavos e absorver seus poderes. Apesar da devoção de Zeal o seu plano beirar a obsessão e a insanidade, certos diálogos do jogo sugerem que antes de descobrir o potencial de Lavos, ela era uma pessoa justa. Isso se reflete pelo amor incondicional de Schala pela mãe e pelos gurus, que a vêem como uma vítima e não como vilã. Ela torna-se o comandante do próspero Reino de Zeal depois que seu marido morre e a deixa com dois filhos: sua filha Schala (a mais velha) e seu filho Janus. Com o tempo, ela começa a ficar corrupta e ambiciosa devido à influência de Lavos. Ela usa sua filha para controlar a Máquina Mammon, que é usada para se extrair energia de Lavos do fundo do oceano. Esse poder de Lavos a domina por completo, fazendo-a agir em prol de Lavos. Depois do evento nomeado Queda de Zeal, a Rainha Zeal passa a morar no misterioso Black Omen, uma espécie de castelo-montanha flutuante, e passa a ser eterna.



Após essa gama de informações, pode-se concluir que Chrono Trigger foi um “Dança com lobos no espaço” (e sem ser azul) que deu certo (pelo menos em minha humilde opinião de mierda), pós também retira as melhores partes de seus precursores e logicamente, acrescenta alguma coisa que seria a obrigação (missão cumprida com louvor), mas a respeito de historia, parece uma fusão (e sem dancinha) bem sucedida de Dragon Ball e Final Fantasy, com uma pitada de viagem no tempo (mesmo sendo base o esquema de viagem ao passado do Zelda do SNES, eles acrescentaram a possibilidade da para o futuro), com a cara de Dragon Quest com design de Dragon Ball. Algo notório levando em consideração a equipe desenvolvedora do jogo ... nós so temos que agradecer que esta “mistureba” foi, continua e sempre será um dos maiores jogos, independente do tempo ou Epoch ... rsrsrs!!!!!

domingo, 15 de abril de 2012

ATARI e jogos na 1ª geração


Em comemoração a 30 anos deste console que foi uma das principais responsáveis pela popularização dos videogames no mundo, que hoje sobrou apenas o logotipo estampado em vários jogos de sucesso atualmente desenvolvidos por uma empresa francesa a Atari SA, serão comentados sua épica e conturbada história e alguns principais jogos (pelo menos os mais lembrados).

Linha do tempo da companhia:

1972 - A companhia é fundada por Nolan Bushnell e Ted Dabney nos Estados Unidos, com o nome de Syzygy, que é trocado em seguida para Atari, porque uma empresa californiana já possuía aquele nome, no dia 27 de junho de 1972 na cidade de Sunnyvale, estado da Califórnia. O nome da empresa derivava do japonês, significava “acerto”, e foi inspirado um jogo de tabuleiro japonês antigo chamado “GO”. A recém criada Atari lança o jogo de tênis da Magnavoz Odyssey (http://youtu.be/0MnRkPvIjKE) sob o nome de Pong (plágio que iniciou a sequencia de processos). Bushnell adapta o jogo à uma televisão e um sistema de pagamento por moedas retirado de uma máquina de lavar. Sua invenção foi um sucesso instantâneo. Pong é o primeiro videogame lucrativo da história, dando origem a um novo setor da indústria. Não possuía gráficos espetaculares ou jogabilidade excelente, mas foi de importância fundamental na história do videogame.

1973 - Lançada a versão doméstica do jogo Pong.

1975 - Depois do sucesso das máquinas do Pong, a Atari, já com quatro títulos no mercado (incluindo os de fliperama), pretendia lançar uma console doméstico que possibilitasse a troca jogos, algo muito caro na época.

Outro jogo desta época (1ª geração)
Computer Space, o arcade que fracassou 

Agora alguns jogos para matar a saudade, clique nas imagens!!!!!

Pitfall
RiverRaid
Enduro
Adventure
Spiderman
Fishing Derby

Essa saga continua ...

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Metroid


 Após nove jogos, treze milhões de vendas e ondas infinitas de inimigos mandados para o céu dos monstros, isso é tudo que sabemos sobre Samus Aran: ela é acostumada à solidão, um desperdício.

Talvez seja por isso que ninguém ouviu Samus falar uma única palavra em mais de duas décadas de extermínio pirata informal. Admita! Na primeira vez você imaginava que Samus fosse um robô e não uma loirinha gostosa.

Seus diálogos de texto também raramente revelam algum segredo. Até mesmo seu sexo foi mantido em segredo durante o primeiro jogo, apoiado por um manual de instruções que contavam a história do passado dele. Anos depois, descobriríamos que ela é duplamente órfã, os pais mortos por um cruel dragão pirata chamado Ridley, e então criada pelos Chozo, uma agora extinta raça alienígena.

Foram os Chozo que equiparam Samus com uma armadura de combate que desafia a Física, fazendo dela a garota a quem a Federação Galáctica recorre para missões suicidas na escuridão,  solitária nos confins do universo. Samus desejava mais que fazer um favor.  Isso deu a ela excelentes oportunidades de exigir com artilharia pesada sua vingança sobre os piratas que assassinaram sua família.




E foi assim que a conhecemos. Samus Aran apareceu na superfície do planeta Zeves, um tanque ágil sobre duas pernas com um canhão em seu braço e um contrato para cumprir. Matar o líder pirata Mother Brain (NT: algo como “Cérebro-Mãe”) e destruir toda a pesquisa sobre uma criatura parasita criada pelos Chozo, os próprios benfeitores de Samus, como a Arma-Biológica Final.
Eles eram chamados Metroids e estavam prestes a se tornar o trabalho de sua vida, imagino quem não tinha parado para analisar o jogo, deve ter cometido o mesmo erro com o jogo Zelda, que por sinal é o caso inverso, onde o personagem principal não é o nome do jogo e outro ocupa seu lugar, mas associaram o nome do outro personagem a ele.

Jogos:

Metroid
(1986 – NES)

Apresentou ao mundo Samus Aran pela primeira vez e nos trouxe ao longo de sua missão para a batalha pelos corredores labirínticas do planeta Zebes. Você deve guiar Samus e frustrar os palnos do mal do Mother Brain  para aproveitar o poder da forma de vida recém-descobertos, os Metroids.

Metroid II: Return of Samus ( 1991 – Game Boy)

O segundo jogo Metroid, Samus de traz a terra natal dos Metroids, SR-388. Nas entranhas deste planeta instável, os terremotos, Samus encontra as espécies mais evoluídas de Metroids, até que finalmente chegando cara a cara com própria rainha dos Metroids para erradicar as espécies para o bem. Samus então poupa a vida de um filhote, único Metroid ...

Super Metroid (1994 – SNES)

Samus volta ao planeta Zebes para combater o ressuscitado Mother Brain, Ridley, Kraid e mais Metroids, além de novos inimigos Spore Spawn, Bowtoon, Crocomire, Phantoon e Draygon para pôr fim aos planos dos piratas espaciais de uma vez por todas e salvando o filhote Metroid roubado de suas garras.

Super Smash Bros (1999 – N64)

Aparência exclusiva Samus Aran sobre o Nintendo 64 foi em Super Smash Bros Ela se juntou a Mario, Link, Donkey Kong, Kirby, Pikachu, e muito mais neste all-star Nintendo Battle Royale! Planeta Zebes serve como um dos muitos jogos com temas etapas para o final slugfest pastelão Nintendo. Olhe atentamente e você poderá ver uma Waver ou mesmo Ridley voando no fundo!

Super Smash Bros. Melee (2001 – GameCube)

Ainda mais Nintendo, todas as estrelas entram na briga neste seguimento aos fãs de Smash Bros originais, têm muito o que comemorar com cerca de 20 anos de história da Nintendo, todos amontoados em um jogo. Entre os presentes para os fãs de Metroid são vários Metroid relacionados com troféus, dois planetas: Zebes batalha fases (completo com um Kraid gigante), uma seqüência de escape Zebes e muito mais!

Metroid Prime (2002 – GameCube)

Samus faz seu primeiro salto em 3D com uma aventura em primeira pessoa para Nintendo Gamecube! Situado em algum momento entre o original Metroid e Metroid II, Samus acompanha um, recém-ressuscitado Meta-Ridley para o planeta Tallon IV Uma vez lá, ela descobre um plano maléfico pirata espacial, que gira em torno de aproveitar uma misteriosa substância radioativa conhecida como Phazon.

Metroid Fusion (2002 – Game Boy Advance)

Samus volta para SR-388 e torna-se infectado com o X-Parasita, fazendo-a bater sua nave em um campo de asteróides perto. Depois de ganhar uma imunidade para o X-Parasite à beira da morte devido a uma vacina Metroid, ela é enviada para investigar um surto em uma estação de pesquisa próximo a órbita sobre o planeta.
Mal sabe ela que o que ela caça também tambem quer caçá-la ...

(Metroid Prime e Metroid Fusion foram lançados no mesmo dia)


Metroid: Zero Mission (2004 – Game Boy Advance)

É um novo "remake" do  primeiro encontro de Samus com os Metroids. Neste remake de reforço da sua aventura original de NES, Samus consegue usar algumas das habilidades e armas descobertos em jogos posteriores da série para lutar contra a Mother Brain nemeses de longa data, Kraid e Ridley, bem como todos os novos inimigos, tanto familiares e ambientes nunca visto antes. Finalmente, a "verdadeira história" do primeiro encontro de Samus com os Space Pirates vai ser contada ...

Metroid Prime 2: Echoes (2004 – GameCube)

Em Retro Studios sequela de Metroid Prime, Samus viaja ao planeta Aether, um mundo dividido em duas dimensões de luz e sombra. À medida que a guerra aumenta entre os habitantes do planeta, o Luminoth e Ing, nossa heroína é igualmente confrontado por uma outra Samus sendo chamado Dark. Metroid Prime 2 também possui modos multiplayer deathmatch para adicionar ao divertimento.

Metroid Prime Pinball (2005 – Nintendo DS)

Segunda investida Samus para o mundo de pinball apresenta alguma ação, pinball excelente jogado em tabelas modeladas após as localidades em Metroid Prime. Possui tela dupla ação e 'tilt' funções através do Nintendo DS touchscreen. A entrada primeiro sólido para o mundo de pinball para os fãs de Metroid. Metroid Prime Pinball foi o primeiro jogo de Nintendo DS para vir pré-embalados com o Nintendo DS Rumble Pak.

Metroid Prime: Hunters (2006 – Nintendo DS)

Primeira aventura Samus do 3D para o Nintendo DS leva para o misterioso sistema Alimbic onde ela deve lutar contra outros caçadores de recompensa para descobrir o Ultimate Power e fixá-lo para a Federação Galáctica. Esta é também a experiência de Samus de pleno direito pela primeira vez com jogos multiplayer online. Competir com outros fãs de Metroid através de uma conexão Wi-Fi para alguma ação tiroteio intenso. Os Hunters Metroid Prime: primeira caçada de demonstração apareceu como um cartucho de pacote-in com a primeira versão do Nintendo DS.

Metroid Prime 3: Corruption (2007 – Wii)

A entrada final na série Metroid Prime, Samus deve agora viajar por toda a galáxia para livrar o universo de Phazon, que se espalhou para vários planetas pelo uso de sementes de Leviathan. Como um título emblemático para o Nintendo Wii, Metroid Prime 3 possui um spot-on sistema de controle que rivaliza com os de PC, atiradores em pessoa primeira.

Super Smash Bros. Brawl (2008 – Wii)

Samus volta na terceira parcela do best-seller da Nintendo Smash Brothers série, desta vez ser capaz de lutar sem seu terno! Fãs de longa data também será com agrado o reaparecimento do poço de irmão esquecido da série Metroid ', Kid Icarus. (Título japonês: Dai Rantou Smash Brothers X )

Metroid Prime: Trilogy (2009 – Wii)

A incrível saga Metroid Prime é compilado neste pacote dos três jogos para o Wii.

Metroid: Other M (2010 – Wii)

Um esforço colaborativo entre o Team Ninja da Tecmo e Nintendo chamado "Projeto M," Metroid: Other M é o último jogo no universo Metroid. O interquel está situado entre Metroid Fusion e Metroid Super, e narra os acontecimentos que tiveram lugar entre os dois jogos. Ele também lança alguma luz sobre o passado de Samus Aran.




Para os fãs de quadrinhos, exite um mangá da heroina, ai vai o link ... ops personagem errado, ai vai a Samus versão mangá:
                            
http://centraldemangas.com.br/online/Metroid

 






Pergunta: como seria um x1 entre eles....


 









... independente do resultado, o melhor é rolar o fair play!!!!!!
 











Então até o próximo post, e será de um jogo de atari não percam!!!!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Ninja Gaiden


Ninja Gaiden é uma série de jogos de vídeo pela Tecmo com o ninja Ryu Hayabusa (bem como um personagem do jogo Dead or Alive, ambos publicados pela Tecmo) como seu protagonista. Ryu (lit. "dragão") Hayabusa ("falcão") é um ninja e líder do Clã Hayabusa, que tem laços espirituais, físicos e mágicos para os dragões antigos. Ele é freqüentemente considerado como o personagem mais popular ninja de ser sempre destaque em videogames. A série foi originalmente conhecida como Ninja Ryukenden (lit. "Legend of the Dragon Ninja Sword") no Japão. A palavra “gaiden "na América do Norte Ninja Gaiden título significa "lado-história" em japonês, mesmo que o Ninja Gaiden série não é um spinoff da série anterior. A versão original do arcade e NES dois primeiros jogos foi lançada como Shadow Warriors em regiões PAL.

A série ganhou popularidade no 8-bit da Nintendo Entertainment System para seu jogo de ação-plataforma apertado, música cativante e de acordo com o G4 do X-Play, por ser o jogo primeiro console a ter a história apresentadas no cinema cenas cortadas. A trilogia de 8 bits foi reforçada para a 16-bit Super NES em 1995. Sega também lançou 2 Ninja Gaiden jogos para o Game Gear e Master System, esta última apenas para as regiões PAL. Um novo jogo, intitulado Ninja Gaiden, foi lançado em 2004 como um 3D jogo de ação no Xbox, desenvolvido pela Team Ninja, os fabricantes de Dead or Alive. O Ninja Gaiden franquia é bem conhecida pelo seu alto grau de dificuldade, especialmente a versão original de NES e o renascimento Xbox.

O arcade versão de Ninja Gaiden (lançado em 1988, no Japão, América do Norte e Europa) era um Double Dragon estilo beat 'em up, no qual o jogador controla um ninja anônimo azul como ele viaja para várias regiões Estadas Unidos (como San Francisco, Nova Jersey e Las Vegas) para derrotar um culto do mal liderada por um descendente de ficção de Nostradamus, que está tentando cumprir a profecia pessoalmente do seu antepassado da ascensão de um ímpio rei, em 1999, um ninja na AMÉRICA tema de centenas de filmes. Aliás, quem de vocês amigos não assistiram AMERICAN NINJA?

Resumindo, tudo isso foi de “caso pensado” na criação e desenvolvimento do game, deixando-o ainda mais “cool” na época. Fora que daí mesmo o nome do game tinha realmente sentido. Afinal, NINJA GAIDEN onde “gaiden” do japonês, é algo próximo da palavra “extra” no sentido de único, diferente, fora do comum. Totalmente fora do comum, afinal, onde já se viu um ninja no meio da América. Apesar de essa idéia ter sido extremamente usada. Extremamente, entenderam a piada? Se bem que o incomum do EXTRA-ninja ou ninja-EXTRA (não é o jornal) não se referia só a isso, e sim a particularidades do cotidiano ninja… um ninja sempre age nas sombras, em segredo, Ryu não. Viviam nas montanhas e obedeciam a ordens de seus clãs, Ryu não. Há uma grande analogia no “gaiden” em conjunto com as atitudes do próprio personagem. Talvez não destacadas nesse primeiro game… mas com certeza nos outros está “extremamente” claro.


Eu já vi essa cena em algum lugar ...

O jogador tem uma variedade de técnicas, tais como um lance pescoço de vôo e um back-flip. O jogador pode obter power-ups , atirando inimigos em objetos de fundo, tais como luzes de rua e lixeiras. O jogador luta principalmente com as próprias mãos, apesar de uma espada também pode ser usado por um tempo limitado como um power-up, ele também pode usar objetos do ambiente como um suporte a partir do qual ele pode fornecer mais poderosos ataques de chute. Embora o jogo tenha lugar em diferentes ambientes, existem basicamente apenas cinco tipos de inimigos, todos que aparecem em todos os níveis (embora alguns níveis, têm tipos de inimigos extras). O jogo é mais lembrado por sua infame tela continue (onde o jogador está vinculado ao chão debaixo de uma descida de serra circular).

Enquanto o jogo em si tem pouca ou nenhuma conexão com o futuro NES trilogia ou Xbox revival (apesar de a versão Xbox é uma característica do pescoço mesmo vôo de jogar o jogo de arcade), certos aspectos que foram levados para o título NES primeiro. A primeira etapa no jogo de NES é uma adaptação livre da primeira fase no jogo arcade e a abertura cenas cortadas no jogo NES lembra vagamente a introdução na versão arcade. Ambos os jogos também possuem Jason Voorhees sósias e final boss do jogo arcade lembra vagamente Malth sangrento do jogo de NES.

Uma versão emulada do jogo arcade existe na atualização da versão Xbox, Ninja Gaiden Black, como um bônus, e também está disponível através de Virtual Console da Nintendo Wii serviço de download.
 
As "NINJETES"

Jogos e Consoles:

NES
     Ninja Gaiden
     Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos
     Ninja Gaiden III: The Ship of Doom Old
 
SNES
    Ninja Gaiden Trilogy (Ninja Ryukenden Tomoe)
              Coleção com todos os três jogos

Game Boy
    Ninja Gaiden Shadow
 
Nintendo DS
    Ninja Gaiden Dragon Sword
 
Nintendo 3DS
    Ninja Gaiden 3D    
 
Ninja Gaiden 3
    Tecmo Koei anunciou na Tokyo Game Show 2010, em um evento a portas fechadas em setembro que eles estavam desenvolvendo atualmente Ninja Gaiden 3 . Filme foi exibido na palestra da Nintendo na E3 2011 como um novo game para o Wii U console.

Master System
    Ninja Gaiden
 
Game Gear
    Ninja Gaiden
 
Mega Drive / Genesis
    Ninja Gaiden (Beta)           
 
Xbox
    Ninja Gaiden Black

Xbox 360
    Ninja Gaiden II
 
PlayStation 3
    Ninja Gaiden Sigma
    Ninja Gaiden Sigma 2
 
Outras plataformas:
 
Amstrad CPC, Commodore 64, Commodore Amiga e ZX Spectrum computadores
    Ninja Gaiden (arcade): Todas essas versões, desenvolvidas pela Ocean Software, foram liberadas somente na Europa como Shadow Warriors.

PC (MS-DOS format)
     Ninja Gaiden: desenvolvido pela Hi Tech Expressions, desta vez para o seu lançamento na América do Norte como Ninja Gaiden, ao contrário das versões de computador. No entanto, apresentava mecânica de jogo despojado e uma paleta de cores baixa (16).

     Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos : recebeu portas de computador desenvolvidos por GameTek para o PC ( MS-DOS format) e o Commodore Amiga , tanto para sua libertação na América do Norte. Eles contaram com uma paleta de 256 cores (32 na Amiga) e foram traduzidos fielmente (apesar de animação e movimento foram choppier) e também ofereceu uma função de guardar e de carga, onde a sua posição exata no jogo pode ser salvo a qualquer momento.
   
Ninja Gaiden: desenvolvido pela Hudson para o PC Engine e lançado apenas no Japão, embora o jogo possua um modo de unlockable Inglês (com uma tradução diferente do jogo de NES). Outras diferenças incluem gráficos melhorados, música retrabalhada e dificuldade reequilibradas.


Ninja Gaiden arcade e Ninja Gaiden III: The Ship of Doom Old (NES): Atari Lynx sistema portátil. O título original era um porto sólido do título arcade e é um título mais procurado para o Lynx. Parte III era um porto de muito fiel do jogo de NES e é virtualmente idêntica do início ao fim, embora com uma trilha sonora mais distorcida de sonoridade e o visual levemente confusas devido à menor resolução de vídeo in-game. Uma versão LCD portátil produzido pela Tiger Electronics foi lançado em 1988, que também teve uma seqüela.


Outras mídias
Ninja Ryukenden / Ninja Gaiden: Ryu, dublado por Keiichi Nanba, é o personagem principal em 1991(OVA). Filme Ninja Ryukenden, lançado no Japão apenas. Ryu Hayabusa tem um olhar único na animação.
 
Literatura
Algumas das séries Gaiden Ninja recebeu novelizations, tais como a versão NES.


Crossovers e promoção cruzada
Personagens de Ninja Gaiden, bem como outras referências à série, podem ser encontrados em camafeus e itens adicionais em vários títulos de jogos por Tecmo, Koei, e Microsoft / Xbox.

Teenage Mutant Ninja Turtles


Teenage Mutant Ninja Turtles (abreviado TMNT, em inglês), conhecidos no Brasil como Tartarugas Ninja, é um grupo de 4 tartarugas antropomórficas adolescentes, mutantes e ninjas, treinadas pelo rato, Mestre Splinter. Os 4 são batizados em homenagem a artistas renascentistas: Leonardo, Michelangelo, Donatello e Rafael. As Tartarugas moram no esgoto de Nova York, e seu grande inimigo é o destruidor (Shredder), líder de uma gangue de ninjas. Destaque para o bordão do quarteto: “Cowabunga!”e do Fatorial Gamer também.

As Tartarugas foram criadas numa história em quadrinhos da Mirage Comics em 1984, na parceria de Kevin Eastman e Peter Laird. A popularidade cresceu após um desenho animado que iniciou-se em 1987 até 1996. Depois foram adaptadas em uma série com atores reais chamada Ninja Turtles: The Next Mutation (As Tartarugas Ninja: a Próxima Mutação), 4 filmes, videogames da Konami e uma nova animação, que começou a ser exibida em 2003.

A Konami produziu nas década de 80 e 90, videogames inspirados no desenho de 1987. O primeiro título foi lançado para o NES em 1989. No mesmo ano, fora lançado um fliperama, mais tarde lançado para o NES como TMNT 2: The Arcade Game. Mais um jogo fora lançado para o NES, Teenage Mutant Ninja Turtles 3: The Manhattan Project. O próximo jogo foi o fliperama Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (1991), mais tarde convertido para o Super NES e com uma versão para o Sega Mega Drive denominada Teenage Mutant Ninja Turtles: The Hyperstone Heist.

A medida que a popularidade das tartarugas baixava, a Konami lançou em 1993 Teenage Mutant Ninja Turtles: Tournament Fighters, jogo de luta baseado em Street Fighter(1987)!

A Konami também adquiriu os direitos do novo desenho, e passou a lançar novos jogos baseados neste, com jogabilidade igual à dos antigos. Porém estes são criticados por repetitividade e falta de desafio.

Em 2006, a francesa Ubisoft garantiu os direitos para um jogo baseado no novo filme.

Os personagens a seguir aparecem na maioria das instalações da franquia os quadrinhos\BD originais, os desenhos animados de 1987 e 2003, os filmes e os videogames.


As Tartarugas - Um menino, ao impedir que um cego fosse atropelado por um caminhão, fora atingido no rosto por um tubo que esse caminhão trazia e deixou o aquário que carregava com 4 tartarugas dentro cair (essa origem parodia o personagem da Marvel, Demolidor). As tartarugas e o tubo quebrado foram para o esgoto. Banhadas pela substância estranha do tubo e foram salvas pelo rato Splinter , ambos acabaram sofrendo mutações do líquido, ficando grandes e antropomórficas. O rato resolveu então instrui-los no ninjitsu. Em outra versão, esse menino tropeçou e deixou o aquário das tartarugas cair. Hamato Yoshi os achou e cuidou delas, até que a substância apareceu. Expostos a ela, Hamato e as tartarugas se tornaram mutantes.

Leonardo - é o líder de fato das tartarugas. Sua bandana é azul, e sua arma é um par de ninjato, também chamado de ninjaken ou shinobi katana, o nome mais comum para a espada de renome um ninja é susceptível de transportar. O Ninjato tradicional são frequentemente barras retas de aço de baixa qualidade com um terreno de vantagem sobre eles. Eles são muito mais curto do que o tradicional daito katana usada por samurais do Japão feudal. A idéia por trás de uma curta espada é necessário que um ninja para levar agindo como um coletor de inteligência. Imagino que vocês também estão se perguntando, “Ele não usa katana?”. Após pesquisa, Katana é a arma mais conhecida do samurai. É uma espada forjado com uma lâmina curva que geralmente tem um comprimento de pelo menos 60 centímetros. Ele é conhecido pela sua extraordinária nitidez e capacidade de corte. Seu nome vem do pintor e inventor Leonardo da Vinci.

Donatello - é o intelectual e inventor do grupo. Sua bandana é roxa, e sua arma é um cajado Bo. Mas uma vez, em traduções, bastão. Seu nome vem do escultor Donato di Niccolò di Betto Bardi.

Michelangelo (ou Miguel Ângelo) - é o cômico e extrovertido do grupo, e o maior comedor de pizza. Sua bandana é laranja, e sua arma é um par de nunchakus (em países em que a arma é ilegal, Michelangelo era adaptadas para brandir tonfas ou ganchos). Seu nome vem do escultor Michelangelo Buonarroti.


Rafael - é o anti-herói,e especializado em tiradas (geralmente tendo Michelangelo como alvo). Sua bandana é vermelha, e sua arma é um par de sais (Sua forma básica é a de uma adaga com duas longas, cegas projeções (tsuba) acopladas à empunhadura). Seu nome vem do pintor Rafael Sanzio.

Splinter - O rato é o mentor das Tartarugas, responsável por introduzi-las ao ninjitsu. É uma paródia do mentor do Demolidor, Stick. Há duas origens para Splinter.

Nas histórias originais, nos filmes e o desenho de 2003, Splinter era o rato de estimação do ninja Hamato Yoshi, que o trouxera com ele para Nova York. Após Yoshi ser assassinado pelo rival Oroku Saki, Splinter fora para os esgotos, e um dia viu quatro tartarugas caírem, banhadas por uma substância estranha. Foi resgatá-las, sendo também exposto ao líquido. Assim como as tartarugas, Splinter fora mutado para uma forma antropomórfica, e resolveu ensiná-las para vingar a morte de Yoshi. No desenho de 1987, Splinter é Hamato Yoshi, que fugiu para a América após ser incriminado por Oroku Saki. Em Nova York, escondeu-se nos esgotos, onde encontrou as tartarugas. Um dia, tentando matar Yoshi, Saki (já como o Destruidor) jogou o líquido mutagênico nos esgotos. As tartarugas mutaram-se em forma humana, enquanto Yoshi tornou-se um rato. Splinter teve uma filha em 1984, pouco se sabe sobre a sua vida, alguns afirmam que ela segue a carreira do pai e mora na ilha.

Destruidor (Oroku Saki - Shredder) - é o principal vilão da série. O Destruidor é o líder do Clã Foot (Pé; paródia da organização criminosa "The Hand (mão)" da Marvel Comics), uma organização criminosa constituída de ninjas. Seu uniforme é uma armadura metálica (parecida com a dos samurais) coberta de espinhos, um capacete triangular e uma máscara que deixa apenas seus olhos aparecendo. Existem algumas divergências quanto às origens, quadrinhos, filmes e desenho. 


April O'Neil - é a principal aliada das Tartarugas, aparecendo em todas as adaptações exceto pelo seriado Tartarugas Ninja: A Próxima Mutação. Nos quadrinhos originais e no desenho de 2003, April era assistente do cientista louco Baxter Stockman antes de ser salva pelas Tartarugas. No desenho de 1987 e nos filmes, April é uma repórter televisiva.

Casey Jones - é um "justiceiro solitário", que se oculta atrás de uma máscara de hóquei (que o dá certa semelhança com Jason Voorhees) e usa equipamento esportivo (tacos de hóquei, golfe, críquete e beisebol) para espancar criminosos. Também tem certo relacionamento com April O'Neil. Casey aparece em todos as adaptações, exceto o segundo filme e Tartarugas Ninja: A Próxima Mutação.

Vilões recorrentes 
Baxter Stockman - é um cientista louco com aparições nos quadrinhos e nas duas animações. Ele era originalmente negro e no desenho de 1987 era branco. No desenho de 2003, ele volta a ter a aparência negra e é um cientista louco empregado do Destruidor, posteriormente tem o corpo destruindo, tendo a cabeça comandando um androide dos Ultrons.

Cabeça-de-Couro (Leatherhead) - é um crocodilo mutante, que aparece nos quadrinhos e nos desenhos de 1987 e 2003. Atua mais como vilão, mas no desenho de 2003, chegou a ajudar as Tartarugas.

Rei Rato (Rat King) - é um homem que vive nos esgotos, em companhia dos ratos (no desenho de 1987, ele até os controla), e aparece nos quadrinhos e nos desenhos de 1987 e 2003. Sua aparência é coberta de bandagens e roupas rasgadas.

Personagens do desenho de 1987


KrangKrang - era um alienígena da Dimensão X, um cérebro sem corpo que se alia ao Destruidor. Também conhecido como Cérebro Louco.

Bebop e Rocksteady - são dois capangas idiotas do Destruidor, mutados com o mesmo líquido que criara Splinter e as Tartarugas (Bebop virou um homem-javali, e Rocksteady, um rinoceronte) adquirindo uma imensa força, quase chegaram a derrotar as Tartarugas na primeira aparição, porém foram derrotados e volta e meia apanham facilmente deles. São batizados com o nome de dois ritmos musicais (Bebop é um estilo de Jazz, e Rocksteady um ritmo jamaicano precursor do reggae).

Slash - era a tartaruga de estimação de Bebop, que usou um mutagênico nela para criar outro mutante para ajudar no serviço. Porém Slash tornou-se furioso e rebelde. Slash também aparece em dois videogames como chefe.

Tokka e Rahzar - Tokka é uma tartaruga que foi afetada com o mutagênico (assim como as Tartarugas Ninja e Slash). E Rahzar é um lobo que também foi afetado pelo mutagênico. Eles apareceram no segundo filme das Tatarugas e no desenho de 2003. Tokka e Rahzar também possuem uma força imensa e até chegaram a derrotar as tartarugas uma vez, mas Mestre Splinter salvou-as e derrotou os dois. Assim como Bebop e Rocksteady, os dois apanham facilmente deles agora.

Personagens do seriado de 1997
Venus de Milo - é uma tartaruga fêmea que vem da China para ajudar as tartarugas quando seu pai Chung I acaba morrendo e Mestre Splinter a chama para combater e acabar de vez com o Destruidor. Ela usa seus poderes Shinobi para enfrentar seus inimigos. Tinha uma possível queda por Leonardo.

Dragonlord - é o principal vilão do seriado apos a morte do Destruidor que coloca as tartarugas em perigo com os soldados Rank e o mascote Wick um dragão.Dragonlord é um mestre que pretendia matar o Mestre Splinter com suas proprias forças e invadir a cidade de Nova York.

Silver - é um yeti do Himalia que preferiu ser criminoso em Nova York à viver nas montanhas, ele atua como chefe de uma quadrilha roubando dinheiro do estado e criando sua própria fortuna. Para ajudar nos golpes ele contrata dois capangas completamente estúpidos. Silver costuma ter explosões de raiva quando chamado de "macaco".

Dr Quease - é um cientista brilhante especialista em mutação genética, mas completamente louco que acaba virando um vilão com a ajuda de Dragonlord. Donatello é o maior fã da ciência dele, entretanto ele não consegue impedi-lo de se tornar mal. Seu principal objetivo é capturar as tartarugas e descobrir o que causou a mutação para assim modificar seu próprio corpo e o do Dragonlord.

Simon Bonesteel - é um mercenário que trabalhava nas ruas de Nova York, quando as tartarugas encontraram um filhote ele acabou colocando-as em risco ao resolver caça-las. Seu objetivo é ficar rico após capturar e vender as tartarugas.

Vam Mi - é uma vampira que manteve-se hibernada durante séculos, seus dois assistentes vampiros revivem-na através de uma poção mágica que a manteria viva por quatro dias, entretanto para sobreviver ela precisa do seu coração que foi arrancando por Chung I após derrotá-la. Ela então segue da China para Nova York atrás de Venus de Milo, que é quem mantinha seu coração sob posse.


Ufa! A franquia é tão boa que isso é o resumo do resumo. Até o próximo post!!!!!